Graduação e Pós Graduação de Terapia Ocupacional no Brasil
Dentre as aulas, tivemos também a oportunidade
de conhecer a história do curso de Terapia Ocupacional no Brasil e o processo
do nascimento e desenvolvimento das Pós- graduação. Com isso iniciamos o curso
já podendo sonhar com nosso futuro depois de graduados. Isso me deu asas a
pensar sobre como será minha atuação como profissional. Desde minha
escolha do curso de T.O me imaginei trabalhando na área clínica, hoje
entretanto, após ver a atuação da Adriana Drummond como professora
de História da Terapia Ocupacional, e saber mais sobre o campo de pesquisas
para quem segue o mestrado e doutorado, crio um conflito interno e já posso me
ver dando aula em uma Universidade!
Dentre as aulas, tivemos também a oportunidade
de conhecer a história do curso de Terapia Ocupacional no Brasil e o processo
do nascimento e desenvolvimento das Pós- graduação. Com isso iniciamos o curso
já podendo sonhar com nosso futuro depois de graduados. Isso me deu asas a
pensar sobre como será minha atuação como profissional. Desde minha
escolha do curso de T.O me imaginei trabalhando na área clínica, hoje
entretanto, após ver a atuação da Adriana Drummond como professora
de História da Terapia Ocupacional, e saber mais sobre o campo de pesquisas
para quem segue o mestrado e doutorado, crio um conflito interno e já posso me
ver dando aula em uma Universidade!
Introdução
No Brasil,de 1948 a 1980 a profissão se institucionalizou. A
formação profissional se iniciou por meio de cursos de treinamento em 1948, em
saúde mental pela Dra. Nise da Silveira, depois em reabilitação física em 1956,
mas o curso se tornou em nível universitário em 1961 pela Lei do Currículo
mínimo.
O primeiro curso de graduação no Brasil ocorreu na Universidade de
São Paulo. Inicialmente, os professores eram médicos, entretanto houve uma
troca: Os enfermeiros e assistentes sociais foram levados ao exterior e os
terapeutas ocupacionais vieram a USP para formarem os primeiros Terapeutas
Ocupacionais e estes se tornarem professores.
No início dos anos 60 o curso é criado na Universidade Federal de
Pernambuco, Universidade Federal de São Carlos, Faculdade de Ciências Médicas
em Minas Gerais e no ano de 1979 na Universidade Federal de Minas Gerais.
No Brasil,de 1948 a 1980 a profissão se institucionalizou. A
formação profissional se iniciou por meio de cursos de treinamento em 1948, em
saúde mental pela Dra. Nise da Silveira, depois em reabilitação física em 1956,
mas o curso se tornou em nível universitário em 1961 pela Lei do Currículo
mínimo.
O primeiro curso de graduação no Brasil ocorreu na Universidade de
São Paulo. Inicialmente, os professores eram médicos, entretanto houve uma
troca: Os enfermeiros e assistentes sociais foram levados ao exterior e os
terapeutas ocupacionais vieram a USP para formarem os primeiros Terapeutas
Ocupacionais e estes se tornarem professores.
No início dos anos 60 o curso é criado na Universidade Federal de
Pernambuco, Universidade Federal de São Carlos, Faculdade de Ciências Médicas
em Minas Gerais e no ano de 1979 na Universidade Federal de Minas Gerais.
Hospital de
Arapiara:
O Hospital Arapiara surge na reabilitação. Nos anos 60, os médicos
foram enviados aos Estados Unidos e na viagem observaram a junção da medicina,
com a Terapia Ocupacional e a Fisioterapia, e com isso, resolvem trazer essa
forma de tratamento interdisciplinar ao Brasil.
Ao retornarem ao Brasil, fizeram uma parceria com a Faculdade de
Ciências Médicas para a formação de terapeutas ocupacionais. Os professores
eram médicos e Terapeutas Ocupacionais vindos do exterior.
O Hospital Arapiara surge na reabilitação. Nos anos 60, os médicos
foram enviados aos Estados Unidos e na viagem observaram a junção da medicina,
com a Terapia Ocupacional e a Fisioterapia, e com isso, resolvem trazer essa
forma de tratamento interdisciplinar ao Brasil.
Ao retornarem ao Brasil, fizeram uma parceria com a Faculdade de
Ciências Médicas para a formação de terapeutas ocupacionais. Os professores
eram médicos e Terapeutas Ocupacionais vindos do exterior.
Currículos Mínimos de Terapia
Ocupacional
Primeiro Curriculo Mínimo:
O primeiro Currículo mínimo, implantado em 1961, exigia uma
duração de 3 anos do curso. Tal currículo era destinado tanto aos cursos de
Terapia Ocupacional quanto para os cursos de Fisioterapia. O currículo
permaneceu ativo por 20 anos. As matérias obrigatórias eram: Administração e
Reabilitação, Terapia Ocupacional Geral I E II, Terapia Ocupacional aplicada I
e II.
Segundo Currículo Mínimo:
Aprovado pelo MEC (Ministério da Educação) em 1983, o Segundo
Currículo Mínimo era aplicado de forma separada o curso de Terapia Ocupacional
e Fisioterapia. Foi ampliado para 4 anos de formação, com carga horária de
3.240 horas. As matérias obrigatórias eram: Ciclo Básico, Ciclo Geral, Pré
profissionalizante, Profissionalizante, estágio. O currículo, assim como o
primeiro, também permaneceu ativo por 20 anos.
MEC desconstitui o
Currículo Mínimo
Uma nova adequação de currículo foi aprovada pelo MEC em 2004, com
mínimo 4 anos de duração e 3600 horas. Com esse novo modelo, não existe um
currículo de matérias a ser seguido, somente áreas básicas obrigatórias e as
disciplinas em si são variantes de universidade para universidade.
As diretrizes são: Competências gerais, Competências e habilidades
específicas. As Competências Gerais são aplicadas a todos cursos da área da
saúde.
Primeiro Curriculo Mínimo:
O primeiro Currículo mínimo, implantado em 1961, exigia uma
duração de 3 anos do curso. Tal currículo era destinado tanto aos cursos de
Terapia Ocupacional quanto para os cursos de Fisioterapia. O currículo
permaneceu ativo por 20 anos. As matérias obrigatórias eram: Administração e
Reabilitação, Terapia Ocupacional Geral I E II, Terapia Ocupacional aplicada I
e II.
Segundo Currículo Mínimo:
Aprovado pelo MEC (Ministério da Educação) em 1983, o Segundo
Currículo Mínimo era aplicado de forma separada o curso de Terapia Ocupacional
e Fisioterapia. Foi ampliado para 4 anos de formação, com carga horária de
3.240 horas. As matérias obrigatórias eram: Ciclo Básico, Ciclo Geral, Pré
profissionalizante, Profissionalizante, estágio. O currículo, assim como o
primeiro, também permaneceu ativo por 20 anos.
MEC desconstitui o
Currículo Mínimo
Uma nova adequação de currículo foi aprovada pelo MEC em 2004, com
mínimo 4 anos de duração e 3600 horas. Com esse novo modelo, não existe um
currículo de matérias a ser seguido, somente áreas básicas obrigatórias e as
disciplinas em si são variantes de universidade para universidade.
As diretrizes são: Competências gerais, Competências e habilidades
específicas. As Competências Gerais são aplicadas a todos cursos da área da
saúde.
Pós-Graduação
nos anos 80
Nos anos 80 se inícia o movimento das Terapeutas Ocupacionais em
busca da capacitação. As Terapeutas Ocupacionais paulistas se ingressaram na
USP e UFSC, onde fizeram políticas de revezamento para o processo da pós
graduação. Por serem as primeiras profissionais da área formadas no
Brasil, buscavam áreas afins ou iriam para o exterior.
· A grande maioria das Terapeutas Ocupacionais,
seguiram a área de humanas;
· Depararam com pesquisadores que discutiam
classes: a luta, os movimentos sociais e etc.;
· Houve uma grande atuação das T.O na prevenção e
promoção da saúde;
· Professores passam a terem Doutorado em áreas
afins;
Nos anos 80 se inícia o movimento das Terapeutas Ocupacionais em
busca da capacitação. As Terapeutas Ocupacionais paulistas se ingressaram na
USP e UFSC, onde fizeram políticas de revezamento para o processo da pós
graduação. Por serem as primeiras profissionais da área formadas no
Brasil, buscavam áreas afins ou iriam para o exterior.
· A grande maioria das Terapeutas Ocupacionais,
seguiram a área de humanas;
· Depararam com pesquisadores que discutiam
classes: a luta, os movimentos sociais e etc.;
· Houve uma grande atuação das T.O na prevenção e
promoção da saúde;
· Professores passam a terem Doutorado em áreas
afins;
Pós
Graduação Atualmente
Refêrencias Bibliográficas
- Aula de História da Terapia Ocupacional com a professora Adriana Drummond.
- Soares, Léa Beatriz Teixeira. História da Terapia Ocupacional In: CAVALCANTI, Alessandra; GALVÃO, Cláudia. Terapia Ocupacional: Fundamentação e Prática. São Paulo: Guanabara Koogan, 2007. Cap. 1. p. 3-9.
